Genocida

O seio que adoecerá há um ano, permanece decompondo-se. O seio que trazia consigo esperanças e sonhos, hoje, não se sabe mais. Um seio coberto por sangue. Sangue vivo! Sangue denso! Um país de verde e amarelo, ordem e progresso, tornou-se o epicentro da pandemia. Valeu a pena? Valeu a pena apertar 17? Ainda vale a pena, defender um GENOCIDA? Antes a verdade estava escancarada, hoje ela grita! Como há um ano, o verde e amarelo ainda representa enxurradas de corpos, falta de empatia, retrocesso, bolsonarismo... No túmulo desse país, ainda está escrito: "Jaz aqui, um país inabitável para sonhadores." A ignorância ultrapassou o seu auge.


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