(Es)fera Morta
Encontro-me em um quarto repleto de perguntas e sintonias, ao lado de um ser humano que está no mais profundo sono que já presenciei. Essas perguntas que tanto semeamos são medos retóricos, medos de um passado subjacente esquecido no calabouço, mas que ainda traz em nossa alma, cicatrizes jamais curadas. A entrega é verdadeira. O medo não é o ator principal dessa trama, mas é um coadjuvante a espera de uma brecha para entrar em ação. Sou ingênua, boba e medrosa, dane – se os padrões dessa esfera morta. Somos os últimos instantes desse planeta. O ar é pesado, é o frescor grotesco da mudança. Espero voltar, mas...
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